Categoria ‘Animais em extinção’

PostHeaderIcon Tamanduá

O tamanduá-bandeira um dos mais curiosos animais da fauna brasileira, com um braço, é capaz de matar uma onça. Alimenta-se exclusivamente de formigas. Colhe as formigas com a lingua de 30 a 40 centímetros, que introduz no formigueiro. A lingua bem carregada, é recolhida afim de ser saboreado o seu petisco.

tamandua-bandeira

PostHeaderIcon Mico Leão Preto

Nome Comum: MICO LEÃO PRETO
Ordem: Primata.
Habitat: Floresta Atlântica
Distribuição geográfica: É um primata endêmico da Mata Atlântica do Interior, ocorrente no oeste do Estado de São Paulo, Brasil

Esta espécie está extremamente ameaçada de extinção (1996 IUCN Red List of Threatened Animals), suas populações conhecidas estão confinadas a sete fragmentos florestais privados e duas unidades de conservação estaduais sem conexão umas com as outras.

Longevidade: 15 anos
Maturidade: Fêmea- 18 meses, Macho- 24 meses
Época reprodutiva: Setembro a março
Gestação: 125 a 132 dias
Nº de filhotes: 1 a 3. O filhote quando nasce é assistido tanto pela mãe quanto pelo pai.
Peso adulto: 360 a 710g
Peso filhote: 60 g
Alimentação na natureza: Frutas, insetos, ovos, pequenos pássaros e lagartos
Hábitos: Pula de árvore em árvore com muita agilidade. Se abriga em ocos de árvores e em rochas.
Curiosidades: Geralmente viaja em pequenos grupos.

 

PostHeaderIcon Mam?feros amea?ados

De cima para baixo, quatro espécies que podem desaparecer das matas e dos mares brasileiros: tatu-bola, mico-leão-de-cara-dourada, peixe-boi-marinho e ariranha. Os animais terrestres e o anfíbio ocupam a categoria “vulnerável”, menos grave. Já o Cialis peixe-boi se encontra “criticamente em perigo”, ou seja, enfrenta um risco extremamente alto de extinção na natureza.

tatu
Foto: Henry Yu

macaco
Foto: Mario Leite

leao-marinho
Foto: Seaworld San Diego Park / Divulgação

lontra
Foto: Milton Shirata

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/ensino-medio/vivendo-perigosamente-477098.shtml

PostHeaderIcon Pato mergulh

Nome Vulgar: Pato mergulhão
Nome Científico: Mergus octosetaceus (Vieillot, 1817)
Ordem: Anseriformes
Família: Anatidae

Habitat: Vive em zonas montanhosas com cursos de águas limpas e rápidas, ladeadas por florestas ciliares. A pureza das águas constitui um factor condicionante da sua presença.

Características: É um pequeno pato com 49-56cm de comprimento e com uma longa crista. Tem a cabeça de cor verde-petróleo /metalizado. O peito é cinzento pálido malhado de preto e um abdómen esbranquiçado. Dorso verde-escuro. Asas com um espelho branco. Bico longo, escuro e serrilhado. Patas de cor rosada-lilás. O macho possui um longo e compacto penacho traseiro que na fêmea é mais pequeno e fraco. Vocalização: emite um som para chamar áspero e seco “jrrec”.

Comportamento: Percorre o curso dos cursos de água, mergulhando e pescando. A ave alimenta-se de pequenos peixes como lambari, larvas de insectos e caramujos. Nidifica nos troncos ocos, podendo ter até quase 4 crias.

Distribuição: Esta ave está extinta no Paraguai, quase extinta na Argentina e no Brasil. Estima-se que a sua população se reduz a 50 casais, 20 dos quais vivem no Parque Nacional brasileiro de Serra Canastra. Os biólogos consideram esta ave, uma das mais raras. O Homem, destruindo o seu habitat, contribui para o seu desaparecimento.

PostHeaderIcon Urso polar

O urso polar (Ursus aritimus), ou urso branco, encontra-se em perigo de extinção, devido ao aquecimento global, que afecta ao seu ecossistema, uma vez que ao derreter antes as zonas nas que caça (até 3 semanas antes do que há umas décadas), não conseguem armazenar suficiente gordura corporal para passar adequadamente o verão, o que faz que as fêmeas sejam menos férteis.

Há que referir que, desde o parto, a fêmea passa meses sem comer e amamentando à cria, o que justifica a falta de fertilidade se não conseguiu obter a gordura necessária. E como estes animais acasalam entre Abril e Maio, mas os óvulos não são fertilizados até Setembro (implantação diferida), acontecem muitos casos de fêmeas que acasalaram mas depois não ficam fertilizadas, tendo alcançado em poucas décadas uma diminuição da taxa de natalidade do 15%.

Na última lista dos 10 principais animais em perigo de extinção por causa da mudança climática, publicada pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF, em português aqui), o urso polar ocupa o primeiro lugar da lista, e indicam que, se a mudança climática continua o seu curso actual, a espécie vai desaparecer de aqui a 75 anos.

Este urso, rei do Ártico, é um carnívoro que caça e se alimenta de todo tipo de animais do seu entorno, excepto raposas e lobos, e ocasionalmente chegou a atacar animais domésticos em povoações. Mesmo que seja raro o ataque ao homem (e esses casos correspondem quase todos a animais feridos previamente pelo próprio homem), até uns anos atrás a sua caça massiva, inclusive desde barcos e helicópteros, fez diminuir tanto o seu número que passou a espécie em perigo de extinção, pelo que se proibiu a sua caça. Mas agora parece que volta a situar-se na mesma posição por diferente motivo.

FONTE:www.cienciaascores.blogspot.com

PostHeaderIcon Sagui

Os saguis são pequeninos macacos, mas que infelizmente por serem animais silvestres, não podem ser bichos de estimação. Adoram fazer graça para quem estiver por perto.

Chegam a medir 20 cm e o menor deles, o sagui leãozinho, tem apenas 11 cm. O seu habitat natural são as florestas da América Central e do Sul, sendo que das 35 espécies existentes, 25 são brasileiras.

São muito ágeis e inteligentes. O peso, em média, é de 500 g. Possuem garras para escalar árvores e superfícies ásperas. A cauda, que é grande em relação ao corpinho, não serve para pendurar o sagui nos galhos, mas sim para promover o equilíbrio. As cores da pelagem são preta, castanha, branca, dourada e prateada.

De hábitos diurnos, os saguis se apóiam nas quatro patas e vivem nas copas das árvores, por onde saltam com facilidade devido à forte propulsão das patas posteriores. Costumam descer ao solo à procura de insetos e também para beber água.

São receptivos em contato com o homem. Os filhotes adoram se esconder nos cabelos e perambular pelos ombros.

Se você quiser agradar o sagui, escove os seus pêlos com uma escova de dentes (nunca antes utilizada na boca) por todo o corpo do bichinho, já que os dedos são muito grandes. O sagui pode parecer manso, mas é temperamental podendo morder os seres humanos sem razões aparentes.

Há um cuidado que nunca deve ser esquecido: algumas doenças “humanas” podem ser facilmente transmitidas e até fatais como a herpes bucal.

Os saguis, como as formigas, vivem em grupos comandados por um casal e têm toda uma organização social. Não mudam de parceiros e disputam a liderança com lutas violentas. Aos machos cabe a tarefa de proteção e defesa e às fêmeas a de primeiro comer.

Algumas espécies, especialmente quando alguém estranho se aproxima, mostram o traseiro, erguendo o rabo e exibindo os órgãos genitais. Alguns estudiosos acreditam que se trata de uma atitude de intimidação.

Os filhotes aprendem a comer com os pais saguis. Ainda servem de modelo nas funções de copular, caçar e cuidar de filhotes. Para ensiná-los em cativeiro como se alimentar de coisas novas, os saguis precisam ver os donos comendo para então imitá-los.

Vivem em média 10 anos na natureza e 18 em cativeiro. Alcançam a maturidade sexual aos 3 anos.

A reprodução acontece quando o casal está isolado em um ambiente calmo, sem pessoas perto. A fêmea pode cruzar dois dias após o parto, procriando a cada 6 meses. A gestação dura de 138 a 170 dias, nascendo, em média, dois filhotes por parto.

A alimentação na natureza é de insetos, répteis, pequenos mamíferos, aves, lesmas, ovos, alguns vegetais, frutas e a goma das árvores. Já no cativeiro comem bolinhas de carne de 1 cm, em dias alternados.

A apanha e a manutenção da espécie é proibida por lei.

fonte:www.leonardovianet.blogspot.com

PostHeaderIcon Gato palheiro

O Gato-palheiro é um pequeno mamífero pertencente à família dos Felinos.   È encontrado em uma vasta região que se estende por todo oeste e uma área central da América do Sul, região esta que inclui as Cordilheiras dos Andes.
Devido à grande extensão territorial em que vive, o gato-palheiro é encontrado em vários habitats diferentes (pastos em planícies, florestas equatoriais densas e montanhas com vegetação pobre em altitudes bastante elevadas).
O animal adulto o gato-palheiro pesa de 3 a 7 quilos. Seu corpo mede de 56 a 70 cm. A cauda mede por volta de 30 cm. O gato-palheiro é muito semelhante a um gato doméstico. Possui cabeça larga e suas orelhas são mais pontiagudas que a dos outros gatos sul-americanos. Seu pêlo é longo e as cores padrões e texturas variam bastante, podendo ser escuras com pintas vermelhas ou cinza-prateado claro. Quando fica com medo ou nervoso os pêlos do dorso ficam arrepiados dando-lhe uma aparência de maior porte para intimidar o inimigo.

O gato-palheiro caça com maior freqüência à noite e se alimenta de pequenos mamíferos, roedores e pássaros. Algumas vezes chega a abater aves domésticas em áreas onde existe a presença humana. Por essa razão são caçados violentamente.

Atinge a maturidade sexual aos dois anos de idade. A época de reprodução estende-se de abril a julho. Sua gestação leva aproximadamente 75 dias e o número de filhotes é de 1 a 3.

Devido à caça e a destruição das áreas de cerrado, essa espécie encontra-se em risco de extinção na fauna brasileira, restando 308 animais.

fonte:www.achetudoregiao.com.br

PostHeaderIcon Coala

Os coalas, animais-símbolo da Austrália, estão sob ameaça de extinção, porque o crescimento urbano na costa leste da ilha está destruindo seu frágil habitat, segundo ambientalistas. A Fundação dos Coalas da Austrália pediu ao governo que ponha essa espécie na lista das ameaçadas de extinção. A entidade analisou mil habitats e concluiu que 60% deles foram destruídos e em 30 por cento não há mais coalas.
“Realmente acho que, antes de eu morrer, o coala será extinto, a não ser que façamos algo”, disse Deborah Tabarat, diretora-executiva da fundação.

Os coalas são protegidos por lei, mas os eucaliptos, sua única fonte de alimento, não. Em 1788, quando a Austrália começou a ser colonizada, havia entre 7 e 10 milhões de coalas. Agora, só restam 100 mil. Na década de 1920, 3 milhões de coalas foram mortos para que a indústria aproveitasse suas peles. “Em 15 anos você não verá um só coala a oeste da fronteira”, disse ela, referindo-se à Grande Fronteira Australiana, as montanhas que dividem a costa leste do país da sua zona rural.

Os coalas selvagens só existem em quatro dos seis Estados da Austrália: Queensland, Nova Gales do Sul, Vitória e Austrália do Sul. Esse marsupial não tem inimigos naturais, mas durante décadas sua população vem diminuindo por causa da destruição dos habitats, de atropelamentos e ataques de cães – esses dois últimos tipos de incidentes matam mais de 4 mil coalas por ano, segundo a página da fundação (www.savethekoala.com)

A população mais estável de coalas na ilha está no sudeste de Queensland, mas os cerca de 10 mil animais que lá vivem também podem ser extintos nos próximos 15 anos, segundo Tabarat. Essa é a região que mais se urbaniza no país. Nos últimos oito anos, segundo ela, 10 mil exemplares podem ter morrido no bosque e outros 16 mil foram levados a clínicas depois de serem atropelados ou mordidos por cães.

Ter o habitat destruído é um problema que causa maior impacto sobre os coalas do que sobre outros animais. É que eles vivem no alto dos eucaliptos e são exigentes com a comida – das cerca de 600 espécies dessa árvore que há na Austrália, os coalas só se alimentam de 120, ou muito menos. Um coala adulto come até um quilo de folhas por noite.

fonte:www.noticias.terra.com.br

PostHeaderIcon Ant?lope tibetano

O chiru (do tibetano Chiru) ou antílope-tibetano (Pantholops hodgsonii) é um bovídeo de tamanho médio que tem 1,2 metros de altura. É nativo do platô tibetano incluindo a Província Autônoma do Tibete, de Qinghai, e a província de Xinjiang na China; na Índia próximo à Ladakh e oeste do Nepal. O seu pêlo é cinzento a marrom-avermelhado, com o ventre branco. Os machos têm os chifres curvados para trás, e que medem aproximadamente 50 cm de comprimento.

Apesar de estar classificado na subfamília Antilopinae, as evidências morfo-anatômicas e moleculares recentes sugerem que o Chiru está mais pròxima às cabras e à subfamília Caprinae (Gentry 1992, Gatesy et al. 1992, Ginsberg et al. 1999). Alguns pesquisadores o classificam como sendo da subfamília Pantholopinae, juntamente com a Saiga.

Ele é gregário, às vezes formam rebanhos de centenas. As fêmeas, no verão, migram até 300 quilômetros à cada ano para ir ao lugar onde nasceram, onde dão geralmente o nascimento a uma única cria, e voltam no outono tardio para reunir-se com os machos nos territórios onde passam o inverno (Schaller 1998). Eles vivem nas estepes elevadas das montanhas e nas áreas de semi-deserto do platô tibetano tais como Kekexili, onde alimentam-se de várias espécies de ervas e de grama. A vida média é de aproximadamente oito anos.

Eles estão ameaçados de extinção, devido à caça, sua lã é extremamente cara e de alta qualidade.
É também um dos 5 mascotes oficiais das Olimpíadas de 2008 de Pequim, China.

fonte:www.italopereira13.blogspot.com

PostHeaderIcon Bacurau do rabo branco

O bacurau de rabo-branco (Caprimulgus candicans) é uma ave do Cerrado brasileiro, com registos nos estados de Goiás, Mato Grosso, São Paulo e Espírito Santo, que consta da lista oficial de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente.

Segundo a taxonomia de Sibley-Ahlquist, baseada em técnicas moleculares de hibridação de DNA, todas as famílias antes incluídas na ordem Caprimulgiformes passam a pertencer à ordem Strigiformes, agrupando assim os bacuraus com as corujas.

fonte:www.convidaplaneta.blogspot.com

PostHeaderIcon Cegonha preta

A Cegonha Preta tem uma plumagem branca no ventre, e negra no dorso, cauda, cabeça e pescoço, o bico e as patas são são de cor vermelha viva no adulto, são esverdeados e bastante mais claros nos juvenis, como as suas cores são metálicas, aquando de dias de sol podem reflectir a luz e parecer ao longe ser um animal muito mais claro.

Vive em regiões com muitas árvores, normalmente junto a lagos, rios e terras pantanosas cercadas de árvores, mas em Portugal habita em regiões mais interiores, inóspitas e isoladas, e nos troços internacionais dos rios Douro, Tejo e Guadiana.

Alimenta-se em zonas ribeirinhas, e é raramente observada em terrenos áridos , alimenta-se principalmente de peixe. A época de reprodução é entre Março e o final de Verão, a nidificação demora cerca de 20 dias mas ocorre casos que demora um pouco mais.

A razão pela qual se encontra em extinção é simples, pela intervenção humana que destrói muitas vezes o seus habitat, e ainda quando os agricultores utilizam produtos químicos que indirectamente está a envenená-la.

fonte:www.diariodoambiente.blogs.sapo.pt

PostHeaderIcon Tigre siberiano

O maior membro da família dos felinos é reconhecido por apresentar uma pelagem de coloração alaranjada com listras negras e a parte inferior varia do creme ao branco. Oito subespécies de tigres são reconhecidas. Três foram extintas desde 1950, as outras estão seriamente ameaçadas de extinção. Coloração, tamanho, pelagem e marcas variam de acordo com a subespécie.

As subespécies são distribuídas pela Ásia. O Tigre Siberiano (Panthera tigris altaica) é o maior deles, podendo pesar até 306 kg (machos) e 167 kg (fêmeas). Eles podem chegar a 2,8 m de comprimento e mais 1 metro de cauda.

São encontrados em florestas tropicais, savanas e áreas rochosas. Normalmente não escalam árvores, mas podem fazê-lo. São grandes nadadores e podem cruzar rios de 6 a 8 km. São principalmente noturnos mas podem ter atividades durante o dia, especialmente no inverno.

Para caçar, o tigre depende mais da audição do que do olfato. Ele geralmente se aproxima o máximo possível da presa, em silêncio, e salta agarrando-a pela parte posterior e matando-a por estrangulamento, com uma mordida no pescoço ou garganta.

Sua dieta consiste de grandes mamíferos como porcos, cervos, antílopes e búfalos, podendo consumir até 40 kg de carne de uma só vez. A área territorial de um Tigre Siberiano pode ser de até 4.000 km² que são geralmente marcados com fezes e urina. Evitar lutas parece ser regra para os tigres, mas quando isso acontece por invasão de território o invasor pode ser morto pelo dono do território.

Exceto durante a corte (namoro), os tigres são solitários e as fêmeas vivem com seus filhotes. O período de gestação é de 106 dias (3 meses e 16 dias), com o nascimento de 2 a 3 filhotes que pesam até 1,6 kg e são assistidos pela mãe até os seis meses de idade. Deste período em diante, começam a viajar com a mãe, quando são ensinados a caçar. Com onze meses, são capazes de pegar sua própria presa sem a ajuda da mãe, mas apenas separam-se dela quando têm dois anos de idade, para conquistar seu território.

O tigre um dos mais eficientes e bem sucedidos predadores de todos os tempos, simplesmente não consegue competir com a exploração humana sem ajuda. Eles são caçados para comércio ilegal de peles e seus ossos são usados com finalidades medicinais, mas sem nenhuma comprovação científica.

Em 1972, o tigre, foi listado nos EUA como espécie ameaçada de extinção, exigindo medidas de proteção para tentar diminuir o declínio da espécie. O Tigre, é o maior e mais forte de todos os felinos do mundo. Nnhum outro combina tamanho, força e graça e, ainda assim, este grande animal provavelmente será o primeiro dos grandes felinos a se tornar extinto se não houver uma conscientização da preservação de seu ambiente e controle da caça predatória.

O Zoológico de São Paulo, reproduz tigres siberianos com sucesso e atualmente tem 13 destes animais.

fonte:www.portalsaofrancisco.com.br

PostHeaderIcon Rinoceronte de sumatra

O rinoceronte-de-sumatra é a menor das espécies de rinocerontes recentes e a que tem características mais primitivas. Como seus parentes africanos, possui dois cornos. Apresenta uma pelagem acastanhada única entre os membros da família. Pouco se conhece a respeito de sua ecologia, comportamento e reprodução na natureza, devido a seus hábitos furtivos e nocturnos e pela dificuldade de pesquisa no ambiente florestal. Entretanto, dezenas de estudos em cativeiro foram desenvolvidos para auxiliar nos programas de conservação.

Originalmente distribuído pelo sudeste asiático, foi dizimado em grande parte de sua área geográfica, restando apenas pequenas populações isoladas, na Indonésia e Malásia. Considerado em estado crítico devido a existirem apenas por volta dos 300 animais. O declínio da espécie é atribuído principalmente à caça predatória para o comércio ilegal dos cornos, que possuem um valor alto na medicina tradicional chinesa. Outros fatores incluem a perda do habitat para a agricultura, pecuária e indústria madeireira

fonte:www.bestanimales.blogspot.com

PostHeaderIcon Mico leão da cara preta

Nome comum: MICO LEÃO DA CARA PRETA
Nome científico: Leontopithecus caissara
Nome inglês: Black-faced Lion Tamarin
Classe: Mammalia
Ordem: Primates
Família: Callithricidae

Distribuição: O Mico-Leão-da-Cara-Preta vive somente na região de Guaraqueçaba, um santuário ecológico localizado num dos redutos mais bem preservados de Mata Atlântica em todo o Brasil. Foram encontrado exemplares no Parque Nacional do Superagüi e nas ilhas adjacentes nos estados de Paraná e São Paulo, Brasil. Seu hábitat disponível soma aproximadamente 17,300 hectares.

Característica física: São pequenos primatas com pelagem dourada no dorso e no tórax, apresentando face, juba, mãos, pés, antebraço e cauda pretos.

Habitat: Ele se abriga nos extratos médio e superior das árvores, gosta de dormir nos ocos das mesmas e se comunica com os outros através de sons muito agudos, ouvidos à distância.

Comportamento: O Mico-Leão-da Cara-Preta é territorialista, costuma viver em grupos de aproximadamente 10 indivíduos e é muito sensível à mudança de ambiente. Os pesquisadores acreditam que a população esteja em torno de 300 indivíduos apenas, quantidade considerada muito pequena e que representa uma ameaça à sobrevivência da espécie.

Longevidade: 15 anos
Maturidade: Fêmea- 18 meses, Macho- 24 meses
Época reprodutiva: Setembro a março
Gestação: 125 a 132 dias
Nº de filhotes: 1 a 3. O filhote quando nasce é assistido tanto pela mãe quanto pelo pai.
Peso adulto: 360 a 710g
Peso filhote: 60 g
Alimentação na natureza: Frutas, insetos, ovos, pequenos pássaros e lagartos.

Esta espécie de Mico Leão foi descoberta, em 1990, em plena Mata Atlântica do Estado do Paraná. O mico-leão, de corpo dourado e cara preta, Leontopithecus caissara, foi descoberto e descrito por Maria Lúcia Lorini e Vanessa Guerra Persson, na Ilha de Superagüi, litoral norte do Paraná. A Mata Atlântica, um dos biomas brasileiros mais ricos em biodiversidade, é também um dos mais ameaçados de extinção do planeta.

fonte:www.saudeanimal.com.br

PostHeaderIcon Peixe-boi

A Vida marinha está ameaçada. Muitos peixes-bois têm encalhado na costa, por conta do desequilíbrio ambiental. No Ceará, o fenômeno preocupa.

Carinho e cuidados de recém-nascido. O filhote de peixe-boi foi encontrado doente em uma praia do Ceará. Para salvá-lo, os biólogos trataram dele até a idade certa de voltar para o mar. Momentos assim são sempre festejados.

Um grupo de biólogos, geógrafos e engenheiro de pesca se uniu para defender o peixe-boi. Nas pesquisas, eles descobriram que o motivo de tanto encalhe do bichinho na costa pode estar ligado à destruição dos mangues, berço para a reprodução da espécie.

“O peixe boi marinho percebe isso diretamente e migra para outros ecossistemas. Ele migra para outros sistemas, porque ali ele não tem refúgio, não tem a quantidade de alimento e nutrientes ideais para a sua permanência naquele ambiente“, explica o geógrafo Jeová Meireles.

Quando o peixe-boi encontra um ambiente poluído, a alternativa é voltar para o alto mar, onde nascem os filhotes. Sem proteção, os pequenos mamíferos são arrastados pelas correntes marítimas até a praia, onde podem morrer.

A estimativa do grupo é de que, do Espírito Santo ao Amapá, existam apenas 250 peixes-boi. “Hoje em dia, ele é o mamífero marinho mais raro no litoral brasileiro e o mais ameaçado de extinção no Brasil”, afirma o biólogo marinho Alberto Campos.

Uma saída para proteger o peixe-boi é a revitalização dos mangues com o plantio de espécies nativas. O biólogo japonês Takayuka Tsuji fez esse trabalho no norte do país e diz que a técnica pode ser aplicada também no Nordeste.

“Acho que pudemos introduzir o método de recuperação de mangues no Ceará, porque as espécies são iguais e as condições de clima são parecidas“, diz Takayuka Tsuji.

Outro trabalho é feito entre os pescadores. Quem antes capturava o peixe-boi, hoje é um guardião da espécie. “É um cuidado que é igual seja um filho para a gente cuidar“, afirma o pescador Francisco das Chagas do Nascimento.

fonte:www.guiadapesca.com.br