Categoria ‘Aves’

PostHeaderIcon Bacurau do rabo branco

O bacurau de rabo-branco (Caprimulgus candicans) é uma ave do Cerrado brasileiro, com registos nos estados de Goiás, Mato Grosso, São Paulo e Espírito Santo, que consta da lista oficial de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente.

Segundo a taxonomia de Sibley-Ahlquist, baseada em técnicas moleculares de hibridação de DNA, todas as famílias antes incluídas na ordem Caprimulgiformes passam a pertencer à ordem Strigiformes, agrupando assim os bacuraus com as corujas.

fonte:www.convidaplaneta.blogspot.com

PostHeaderIcon Cardeal da amaz?nia

Cardeal-da-amazônia é uma ave passeriforme da família Emberizidae. Conhecido também como galo-de-campina-da-amazônia, cardeal e tangará.
Características:
Mede 16,5cm de comprimento. Não há dimorfismo sexual. Imaturo com a cabeça e partes superiores pardas, garganta canela.

Reprodução:
Os cardeais são territorialistas no período de reprodução. Faz um ninho de paredes finas, em forma de xícara, sobre a água, em áreas pantanosas. Põe 2 ou 3 ovos branco-esverdeados com manchas marrons, tendo de 2 a 4 ninhadas por temporada. Os filhotes nascem após 13 dias.

fonte:www.bio-atrios.blogspot.com

PostHeaderIcon Jacutinga

Classe: Aves

Ordem: Galliformes

Família: Cracidae

Nome científico: Pipile jacutinga

Nome vulgar: Jacutinga

Categoria: Vulnerável

Características
Possui plumagem negra brilhante, com manchas brancas nas asas e as penas do píleo (alto da cabeça) também são brancas, além de bastante alongadas e eriçáveis. Face toda emplumada de negro, com região perioftálmica (em volta do olho) nua, de cor branco-gesso. A base do bico é azulada.

A barbela (saliência da pele na garganta) é larga e provida de pouquíssimas penas. É vermelha em sua porção posterior, enquanto que a anterior é dividida em uma área lilás superior e outra azul brilhante inferior. O colorido da barbela torna-se bastante acentuado durante o período reprodutivo, enquanto que fora deste, as cores ficam esmaecidas e mesmo a barbela encolhe.

O macho é mais robusto e sua barbela e bico são mais coloridos.

Habitat
Mata alta, abundante em palmitos cujos frutos são seu alimento predileto. Na serra do mar realiza migrações altitudinais seguindo a frutificação das palmeiras, cujos frutos amadurecem mais cedo em altitudes inferiores.

Alimentação
Parte expressiva de seu alimento consiste nos frutos dessas palmeiras, como o palmito e o licuri (Syagrus). Deles, ela retira a polpa no papo e regurgita, em seguida, os duros coquinhos que sobram. Por isso, acredita-se ter papel relevante na disseminação de várias espécies vegetais. Também se alimenta de frutas e insetos. São monogâmicos (possuem somente um/a parceiro/a) e o macho alimenta a fêmea.

Medidas
700 a 780 mm – Asa: 360 – Cauda: 286 – Bico: 36 – Tarso: 65.

Nidificação
Podem fazer posturas sobre galhos grossos, ramificações de troncos e rochas, quase sem material de construção.

Reprodução
2 a 3 ovos brancos resistentes, com convexidade igual nas duas pontas.

Incubação
28 dias.

Os filhotes já nascem com os olhos abertos e movimentam-se livremente, apesar de sempre acompanhados pela mãe, abrigando-se sob sua cauda ou suas asas. Mesmo empoleirados, enquanto seu tamanho lhes permite, abrigam-se embaixo das asas da mãe durante o seu desenvolvimento.

Peso: 1,1 a 1,4 Kg.

Comprimento: 74 a 78 cm.

Ocorrência Geográfica
Espécie nativa da Floresta Atlântica distribuindo-se pela região sudeste do Brasil, do sul da Bahia ao Rio Grande do Sul. Era encontrada na Serra do Mar, em locais acidentados, semeados de rochas cobertas por mata espessa, onde nidificava. Ocorre também na Argentina, Paraguai e Uruguai.

Cientista que descreveu: Spix, 1825

Categoria/Critério
Ameaçada devido à caça, ao tráfico e à inclemente destruição de seu habitat natural. Vulnerável (classificação da UICN). Listada no Anexo I da CITES.

fonte:WWW.PORTALSAOFRANCISCO.COM.BR