Categoria ‘Brinquedos antigos’

PostHeaderIcon Carrinho Auto Driver Glasslite Anos 80

Controle remoto com fio em forma de volante.

PostHeaderIcon jogos de bolinhas de gude

Bolinha de Gude

Bolinha de Gude

Relatos e registros históricos, arqueológicos e culturais sugerem que o jogo de bolinha de gude é um hábito é muito antigo, segundo o pesquisador Roberto Azoubel os primeiros relatos são do ano 3.000 a.C., quando bolinhas foram encontradas em túmulos egípcios dessa época. O Museu Britânico tem em seu acervo bolinhas da Ilha de Creta (Grécia) datadas de 2.000 a.C., feitas de materiais diversos. Também há registros da brincadeira no Império Romano, inclusive entre adultos, segundo o historiador Câmara Cascudo, autor do livro “Dicionário do Folclore Brasileiro

No Brasil, é chamada de bola ou bolinha de gude por quase todo território. Gude era o nome dado às pedrinhas redondas e lisas retiradas dos leitos dos rios. Em alguns estados e regiões ela ganha nomes variados, como:

Baleba – norte do Rio de Janeiro;
Bola de búrica – Paraná;
Búrica – região de Santa Catarina fronteiriça com o Paraná;
Bolinha de vidro – população luso-açoriana do litoral catarinense;
Chimbre ou ximbra – Alagoas;
Pereca – Pará Biroca – Minas Gerais (Bulinha em Belo Horizonte);
Bolita – Rio Grande do Sul.

Não se tem registro de bolinhas com o índio nativo brasileiro. Elas chegaram com os europeus, na bagagem lúdica das crianças portuguesas.

Para todas as modalidades, duas formas de jogos se apresentam: “à brinca” (quando o jogador mesmo perdendo o jogo, não perde suas bolas) e “à vera” (quando ele perde). Eis algumas modalidades conhecidas:

Lóca – se faz um buraco pequeno no chão, toma-se distância de mais ou menos 3 metros. Cada jogador escolhe meia dúzia de bolinhas, preferencialmente diferentes umas das outras. A partir disso, atira-se as bolinhas em direção ao buraco, o objetivo é enlocar. Começa quem conseguiu ficar mais próximo do buraco, cada vez que isto acontece (acertar o buraco), o dono da bolinha tem direito a retirar uma peça de cada jogador e torna-se o proprietário dela. Por isso que se dizia, “vamos jogar a ganhe [valendo] ou a brinques [não valendo]?” ;

Oca ou Roda (Niterói-RJ); Boca ou Búrico (Santa Catarina); Buraco (Cariri-CE) – compreende um círculo de mais de 2,50 metros de diâmetro com um buraco, pouco maior que a maior bola em jogo, no centro. Os jogadores, em número indeterminado, “tiram o ponto” lançando suas bolas em direção à buraca e tendo o cuidado de não “carambolar” ou “ferir” a bola do adversário. O que mais se aproximar dela será o primeiro, e assim sucessivamente, por ordem de afastamento. O primeiro tem direito a dar três “tecos”, em cada jogada, na bola de cada um dos adversários, usando palmo. O objetivo perseguido por cada jogador é introduzir sua bola na buraca. Para tanto, procuram se aproximar dela e afastar com “tecos”as bolas inimigas. Perde a vez quem deixar cair a bola da mão ou não atingir a bola do adversário;

Triângulo – desenha-se um triângulo no chão e cada jogador põe 3 bolinhas dentro do desenho, pode ser nos vértices ou dentro do espaço das 3 linhas. Tomada a distância novamente, atira-se as bolinhas em direção ao triângulo. Se acertar uma bolinha de um adversário e tirar ela para fora do triângulo, ela passa a ser sua. Na jogada, a sua bolinha tem que bater na outra e sair junto do espaço do desenho, senão perde a vez;

Mata-mata (Rio de Janeiro), Corridinha (Santa Catarina ou Corre-atrás (Pará) – É a mais simples das modalidades. É praticada por dois ou mais jogadores. O primeiro, via de regra por ter se adiantado aos outros e gritando “Primeiro”, lança a sua bola de gude numa direção qualquer. Segue-se o segundo, que procura atingi-lo; o terceiro; e assim sucessivamente, até voltar a vez do primeiro. Será vencedor quem conseguir eliminar os adversários por meio de “tecos”;

Béu, Zepe ou Cetriz (Niterói – RJ) ou Barca (Vitória – ES) – Num terreno plano de terra batida, risca-se um elipsoide com cerca de 15 cm de eixo maior e 7 cm de eixo menor, variando de acordo com a quantidade de bolas a ser depositadas nele. Cada jogador “casa” um determinado número de bolas no interior do oval. Tira-se o ponto: o jogador que mais aproximar a sua bola privativa da linha do béu, atirando-a de uma certa distância, será o primeiro. O objetivo é “matar” o adversário ou retirar, de um só “teco”, podendo usar o palmo, uma ou mais bolas do béu. Aquele que acerta, prossegue jogando até errar. Perde a vez se não consegue arrancar as bolas da cetriz ou deixa que a sua bola pessoal lhe escape da mão. O jogador atingido perde a partida e abandona o jogo;

Búlica (RJ); Papão (Lagoa Santa-MG e Espírito Santo); Búrica (norte do RJ); Burca (Alagoas); Peteca de Casas (Belém-PA) – Os jogadores devem cavar, no chão de terra, com ajuda de instrumento ou não, três pequenos buracos (búlicas) em linha reta, dispostos em ordem: primeiro, segundo e terceiro. Junto ao terceiro buraco, os jogadores atiram suas bolas de gude na direção do primeiro para “tirar o ponto”. O que mais se aproximar dele será o primeiro, os demais o seguirão na ordem estabelecida. A seguir, o primeiro atira a sua bola em direção do buraco 1. Se acertar, poderá dificultar a entrada dos oponentes afastando as suas bolas com três “tecos” em cada uma e tendo o direito de fazer mais uma jogada para entrar na “búlica” seguinte. Se errar, será a vez do segundo, e assim por diante. Tendo penetrado no buraco 1, o próximo objetivo do jogador é conquistar o buraco 2 e em seguida o buraco 3 (primeira de “papa”), para retornar, passando novamente pelo buraco 2 (segunda de “papa”), ao buraco 1 (terceira de “papa”). Aquele que consegue cumprir à risca esse percurso torna-se “papa”;

Chepinha (São Fidélis-RJ); Zepi (Petrópolis-RJ) – risca-se no chão uma figura em forma de arco, denominada “chepa”, no interior da qual dois meninos “deitam”- cada um – uma bola. Traçam-se duas linhas, uma de cada lado do arco e afastadas deste. Em seguida, tira-se o “ponto”. O jogador que fizer sua bola mais se aproximar de uma das linhas, previamente escolhida, será o dono do jogo. Caberá a ele indicar ao adversário o modo de lançar a bola, que será também o seu modo. O objetivo é retirar com toques da bola privativa – lançando-a de pé, ora de uma linha, ora de outra – as bolinhas casadas na “chepa”. Enquanto houver uma bolinha na “chepa”, o jogo prossegue. Se um dos concorrentes arrebatar as duas bolinhas, será o vencedor. Se, todavia, cada um retirar uma, o jogo terminará empatado;

Rapa-põe-tira-deixa (Rio de Janeiro) – consiste num grande retângulo traçado no chão e dividido em quatro partes, cada uma delas correspondente às palavras “rapa”, “põe”, “tira” e “deixa”, indicadas por suas iniciais. Paralela ao retângulo, fica a linha do “ponto”. Só dela, estabelecida a ordem de sucessão, os jogadores poderão lançar suas bolas pessoais em direção ao retângulo. Se a bola estacionar no compartimento correspondente a “rapa”, seu dono arrecadará todas as bolas em disputa, guardadas num local próprio ou sob a responsabilidade de alguém que não esteja participando da peleja. Se cair no “põe”, deve o jogador depositar o número de bolas correspondente ao combinado. Parando no “tira”, recuperará apenas o que “casou”. E, finalmente, no “deixa”, não ganhará nem perderá nada;

Circuito ou Caracol (Niterói-RJ) – O campo de jogo assemelha-se a uma raia de corrida com 10 cm de largura, situada entre dois elipsoides concêntricos, tendo mais ou menos 4 metros de eixo maior e 2 metros de eixo menor. Pode possuir também o formato de espiral ou caracol. Tanto em um como em outro, constrói-se uma série de obstáculos, tais como pontes, rios, fossas, elevações, labirintos, canais, túneis etc., de forma a dificultar a conclusão do circuito. Cada jogador tem direito a três jogadas com o uso do palmo e pode dar três “tecos” num só adversário ou em outros. Se sair da pista por qualquer motivo, deve voltar à estaca zero para recomeçar o percurso. Caindo num obstáculo, permanece ali até que todos o tenham superado. Ganha o jogador que primeiro concluir o circuito.

PostHeaderIcon Calhambeque e bonde elétrico – Brinquedos antigos

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calhambeque

Na metade do século XX  se brincava com a tecnologia da época, bondes e calhambeques faziam parte co cotidiano urbano.

PostHeaderIcon Brinquedos antigos

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PostHeaderIcon Super Banco Imobiliário

O clássico Banco Imobiliário agora está de volta com uma grande novidade: Uma máquina de cartões! As propriedades são empresas reais, você vai ter que provar que é bom nos negócios, indicado para crianças à partir de 8 anos.
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Conteúdo do jogo

01 tabuleiro
01 Bandeja Plástica
28 cartões
32 cartões Sorte ou Revés
01 Máquina eletrônica
06 cartões plásticos
01 Manual de Instruções
80 casas plásticas
02 dados
6 peões plásticos

PostHeaderIcon Pega varetas – Jogos antigos

O “pega-varetas” ou “jogo de varetas”, tem varias origens possíveis:

Derivaria do jogo indiano chamado “Jonchet”, sendo que tal jogo é descrito no livro “Diálogos de Buda”, que teria sido escrito no século V a.C. Outra hipótese, é que o jogo teria suas origens no jogo “Mikato”, ou “Spillikins” ou “Spelicans”, jogo chinês, no qual as “varetas” seriam feitas de marfim.

Em inglês, este jogo tem o obvio nome de “Pick-up-Sticks”. Segundo alguns estudiosos, o nome derivaria de jogos mais antigos, chamados “Jerkstraws” ou “Juggling-sticks”. O jogo teria sido um dos prediletos de Luis XIII, Rei de França.

Independentemente de sua origem, suas regras são mais ou menos as mesmas: as varetas são lançadas sobre uma superfície plana. O jogador deve então tentar retirar as varetas, uma a uma, sem mover as demais. Caso venha a move-las, deverá ceder a vez ao adversário. Vence aquele que conseguir o maior número de varetas, ou caso tenha elas valores atribuídos em função de sua cor, aquele que conseguir maior número de pontos.

As regras, a meu ver, são um indicativo seguro da origem oriental do jogo: é exigido do jogador, muita paciência, calma, tranqüilidade e habilidade, além de movimentos tranqüilos e lentos, características, a meu ver, encontradas em muitas atividades orientais.

PostHeaderIcon Rob? Percival o Genial antigo da Estrela anos 80

Robô com controle remoto Percival o Genial antigo fabricado pela Estrela nos Anos 80

Obs: a cabeça dele é um jogo igual ao Genius.

Se você tem brinquedos antigos e deseja vender, por favor entre em contato: barretods@gmail.com

PostHeaderIcon Carrinho de rolim

Arrisco dizer que foi um dos brinquedos, mais cobiçados, das décadas de 60 e/ou 70.

Diferente de outros brinquedos, não tinha classe social para tê-lo… todo mundo podia ter o seu.

Também não importava se era um carrinho… meninos e meninas, brincavam em perfeita harmonia. Exagero não é? Mas, o que quis dizer é que, não era um brinquedo exclusivo de meninos. Aliás, não tinha nada disso, na nossa época… meninos e meninas brincavam juntos sempre… ou, na maioria das vezes.

E, o mais interessante é que, tão gostoso quanto brincar, era fazer o próprio carrinho. Marteladas e farpas, nos dedos, faziam parte da aventura. Tábuas, pregos, porcas, parafusos… não era difícil de encontrar. Era só fuçar em qualquer oficina ou terreno baldio e… pronto !!!

Depois de pronto… era só escolher uma boa ladeira e deixar a gravidade fazer o serviço. Quando o asfalto era novinho, então… Nossa!!! Era tudo de bom.

Nada de capacetes, joelheiras ou cotoveleiras… não naquela época. Muitos arranhões… pernas, joelhos e cotovelos esfolados.

Mas, nada que água com sabão, água oxigenada (que espumava horrores) e merthiolate não resolvesse.

Incrível!! Todo mundo sobrevivia. No dia seguinte, tava todo mundo pronto pra outra.

Há quanto tempo você não vê um carrinho de rolimã por aí!

www.radioretro.com.br

PostHeaderIcon Bilboqu

Bilboquê é um brinquedo antigo que consiste em uma esfera de madeira (ou de forma semelhante), com um orifício central, e presa por uma corda numa espécie de suporte. Através do movimento das mãos, esta bola deve ser encaixada no suporte.

Em francês, a palavra bilboquet tem relação com a palavra bille, que tanto pode ser traduzida como “pequeno bastão” , como por “bolinha-de-gude”. Estudiosos da língua afirmam que a palavra bilboquet aparece em textos franceses pelo menos desde 1534.

Existem evidências de uma larga disseminação do uso desse jogo. Pinturas européias indicam que ele era praticado nas cortes reais e aldeias do continente. Também pode-se encontrar este jogo em culturas de diversas partes do mundo: Japão, México, Ártico, América do Norte e América do Sul. No Japão, o bilboquê recebe o nome de kendama; na maioria dos países latino-americanos, recebe o nome de balero.

brinquedoslegais.blogspot.com

PostHeaderIcon Io-i?s

Ioiô é um dos brinquedos mais antigos que existe. É constituído de dois discos, geralmente de plástico, mas podendo ser também de madeira ou metal, unidos no centro por um eixo no qual prende-se uma corda. Deixando-se cair o ioiô, de certo modo ele sobe com o impulso, e a corda se enrola; deverá outra vez cair e subir, sucessivamente, até que termine o impulso inicial.

A história desse brinquedo é bem antiga e misteriosa. Não se sabe bem ao certo onde nasceu o ioiô, sendo cogitados como Cialis Online prováveis “berços” a Grécia, a China ou as Filipinas. Alguns ioiôs antigos foram encontrados na Grécia, datados de 2500 anos, utilizando blocos de barro ao invés dos discos. Nas Filipinas, os nativos utilizavam o ioiô como arma e instrumento de caça, sendo colocadas duas pedras no lugar dos discos e uma corda de até seis metros.

O ioiô, tal como conhecemos atualmente, surgiu nas Filipinas, onde é um brinquedo muito popular entre as crianças. A palavra “ioiô” vem do filipino, e quer dizer “volte aqui”.

pt.wikipedia.org

PostHeaderIcon Fazenda Chaparral Antiga da Gulliver anos 70

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PostHeaderIcon Buggy Fantástico Disney Antigo, fabricado pela Estrela nos Anos 80

PostHeaderIcon Jogo Boca Rica antigo fabricado pela Estrela nos Anos 80

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PostHeaderIcon Avião Albatros da coleção Playmobil da Estrela, Anos 90.

A coleção Playmobil é uma das minhas preferidas, mas sempre tenho maior interesse pelos produzidos pela Trol, pois são os mais antigos.

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PostHeaderIcon Robô AR-TUR antigo da Estrela anos 80

Robô com controle remoto AR-TUR antigo fabricado pela Estrela nos Anos 80

Um dos maiores clássicos dos anos 80, sonho de consumo da maioria dos garotos da época

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