Categoria ‘Historinhas’

PostHeaderIcon Dona Joaninha – Interpretação de texto para alfabetização

 Desenho de joaninha

Dona Joaninha

Olá, eu sou a Dona Joaninha, tenho seis patinhas que me levam  por aí.

Na minha cabeça tenho duas antenas para sentir o cheiro e gosto das coisas.

Minha comida preferida são outros insetos, alguns destes insetos que servem para me alimentar fazem mal às plantas.

Por isso muitos agricultores, aquelas pessoas que plantam e colhem, acham que eu sou benéfica, pois eu ajudo a diminuir o número de pragas e as plantinhas crescem felizes e dão muitos frutos.

Eu posso viver até cento e oitenta dias, cerca de seis meses, mas não sei se vou viver tanto assim, é que tem muito agricultor e até mesmo nas casas das pessoas, que passam veneno nas plantas, os chamados agrotóxicos, para matar os insetos que prejudicam as plantas e eu, que não faço mal a ninguém, acabo morrendo também.

Eu acho que não deveriam usar tanto veneno assim, eu e muitos outros insetos amigos meus, ajudam a acabar com várias pragas.

Os agricultores podiam nos contratar para acabar  com os inimigos das plantas, ia ser melhor para todo mundo, inclusive para o próprio ser humano,  já que não ia ter veneno na comida que ele come.

Mas já que isso nem sempre acontece, é bom lavar muito bem todas as verduras antes de comer, isso para ninguém correr o risco de ficar doente ou intoxicado.

Quantas patinhas tem a Dona Joaninha?

Para que servem as antenas da Dona Joaninha?

Porque a Dona Joaninha é benéfica para a agricultura?

Porque os agricultores não devem usar muito veneno?

Porque devemos lavar muito bem todas as verduras?

 

PostHeaderIcon A Princesa e a ervilha

Adaptado do conto de Hans Christian
Andersen

Era uma vez um príncipe que queria se casar com uma princesa, mas uma princesa de verdade, de sangue real meeeeesmo. Viajou pelo mundo inteiro, à procura da princesa dos seus sonhos, mas todas as que encontrava tinham algum defeito. Não é que faltassem princesas, não: havia de sobra, mas a dificuldade era saber se realmente eram de sangue real.

E o príncipe retornou ao seu castelo, muito triste e desiludido, pois queria muito casar com uma princesa de verdade.
Uma noite desabou uma tempestade medonha. Chovia desabaladamente, com trovoadas, raios, relâmpagos. Um espetáculo tremendo!

De repente bateram à porta do castelo, e o rei em pessoa foi atender, pois os criados estavam ocupados enxugando as salas cujas janelas foram abertas pela tempestade. Era uma moça, que dizia ser uma princesa. Mas estava encharcada de tal maneira, os cabelos escorrendo, as roupas grudadas ao corpo, os sapatos quase desmanchando… que era
difícil acreditar que fosse realmente uma princesa real.

A moça tanto afirmou que era uma princesa que a rainha pensou numa forma de provar se o que ela dizia era verdade.
Ordenou que sua criada de confiança empilhasse vinte colchões no quarto de hóspedes e colocou sob eles uma ervilha. Aquela seria a cama da “princesa”.

A moça estranhou a altura da cama, mas conseguiu, com a ajuda de uma escada, se deitar. No dia seguinte, a rainha perguntou como ela havia dormido.
— Oh! Não consegui dormir — respondeu a moça,
— Havia algo duro na minha cama, e me deixou até manchas roxas no corpo!

O rei, a rainha e o príncipe se olharam com surpresa. A moça era realmente uma princesa! Só mesmo uma princesa verdadeira teria pele tão sensível para sentir um grão de ervilha sob vinte colchões!!!
O príncipe casou com a princesa, e foram felizes para sempre!

fonte: www.educacional.com.br

PostHeaderIcon Rapunzel


Numa pequena aldeia, um casal aguardava ansioso a chegada do primeiro filho. A mulher ficou com vontade de comer os rabanetes da horta vizinha. A horta pertencia a uma bruxa que apareceu na hora em que o homem apanhava alguns rabanetes escondidos. Ela ficou furiosa e jurou tomar a criança assim que nascesse. Quando o bebê nasceu, a bruxa apareceu e levou-o para bem longe. Como era uma menina, a bruxa chamou-a Rapunzel. Colocou-a em uma torre muito alta e sem portas. O tempo passou, Rapunzel transformou-se em uma linda moça de longas tranças. Um príncipe caçava na floresta e achou a torre de Rapunzel. Logo viu a bruxa chegar e gritar:

_ Rapunzel, jogue as tranças cor de mel!

O príncipe viu a bruxa subir na torre pelas tranças. Quando ela foi embora, o príncipe foi ao encontro de Rapunzel. E passou a visitá-la. Então um dia, a bruxa descobriu sobre as visitas do príncipe. Cortou as tranças da Rapunzel e a levou embora. Esperou pelo príncipe para vingar-se. Quando o príncipe apareceu, a bruxa jogou as tranças e quando ele chegou na janela, ela o empurrou. Ele caiu sobre um espinheiro e ficou cego. O príncipe mesmo sem enxergar, correu o mundo procurando Rapunzel. Um dia, bateu na porta de uma casa pedindo pousada e alimento. A moça que o atendeu era Rapunzel e logo reconheceu o príncipe. Ela então chorou de tristeza porque ele ficou cego. Suas lágrimas caíram sobre os olhos do príncipe e ele voltou a enxergar. O príncipe levou Rapunzel para o seu reino. Casaram-se e foram felizes para sempre.

fonte:www.historiasinfantil.blogspot.com

PostHeaderIcon Alice no pa?s das maravilhas

Era uma vez uma menina chamada Alice. Numa tarde de verão, ela estava sob a sombra de uma árvore, ao lado de sua irmã mais velha, que lia um livro sem nenhuma figura. Achando aquilo muito chato, Alice foi ficando cada vez mais sonolenta quando, de repente, apareceu um coelho apressado com um enorme relógio exclamando:

– Hãaa!!! Nossa! Ã? tarde, é tarde, é tarde, muito tarde!

O coelho entrou numa toca e a menina foi atrás. De repente, ficou tudo muito escuro e Alice sentiu que estava caiiindo, caiiindo, caiiindo num poço que parecia não ter fim.

Aí… de repente, plaft! Tinha caído sentada num monte de folhas secas. Olhando ao redor, ela viu uma pequena porta. Quis passar, mas não conseguiu, porque a porta era minúscula.

Havia por ali uma lata em que estava escrito “Coma-me”. Abriu a lata mais que depressa e, vendo que eram biscoitos, começou a comer. Pra surpresa de Alice, quanto mais ela comia, menor ficava em tamanho. Foi ficando pequenininha, pequenininha e assim conseguiu passar pela portinha.

Saiu então num jardim onde viu flores falando e cantando. Isso a deixou super-admirada. Perguntou então às flores:

– Como posso crescer novamente?

– Siga em frente. Responderam em coro.

Alice obedeceu. Andou, andou, e encontrou em cima de um cogumelo um bichinho verde que lhe perguntou:

– Que deseja, menina?

Percebendo a tristeza de Alice, o bichinho verde disse:

– Coma do cogumelo, mas coma só do lado direito, senão você diminui.

Minutos depois de comer, Alice voltou ao seu tamanho normal. Muito feliz, ela levou consigo mais dois pedacinhos do cogumelo.

Sem rumo certo, Alice continuou a andar quando, inesperadamente, encontrou um gato risonho:

– Pode me indicar o caminho que devo seguir?. Disse a menina.

– Humm! Mas pra onde deseja ir? – perguntou o gato.

– Não sei!…

– Humm! Ã? direita, mora o Chapéu; à esquerda, mora a Lebre de Março. Hãaa!. Tanto faz, menina, os dois são malucos, disse o gato.

РMaas, enṭo, tenho eu que viver entre doidos?

– Humm! Humm! Dê trinta passos pra frente, trinta passos pra direita e mais trinta pra esquerda. Ali existe uma árvore que orienta.

Sem entender nada, mas levada pela intuição, Alice chegou na casa da Lebre de Março e viu a Lebre e o Chapéu tomando chá ao ar livre. Sentou-se à mesa com os dois.

РMais vinho, Chap̩u? Рperguntou a Lebre.

РOh! Oh! Oh! Sim, por favor, querida, um pouco mais de leite sem manteiga com casca de p̣o Рrespondeu ele.

Aturdida, sem entender nada, Alice saiu dali em disparada. Mais à frente, ela viu os soldados da Rainha de Copas pintando de vermelho as flores brancas que ali existiam.

РMas por que esṭo pintando de vermelho as flores brancas?

– Plantamos flores brancas por engano. Como a Rainha só gosta de flores vermelhas, se não pintarmos as flores brancas de vermelho, ela manda cortar nossas cabeças, responderam eles.

No Reino de Copas, tirando essa maluquice toda, tudo corria normalmente. Um dia, porém, um soldado roubou da Rainha um pedaço de bolo. Foi preso pra ser julgado e condenado. E Alice, mesmo sem saber do acontecido, foi convocada pra testemunhar.

Estava pra se iniciar o julgamento, quando algo muito estranho aconteceu. Alice começou a crescer, a crescer… e ficou muito alta, com mais de um quilômetro de altura.

Os soldados então começaram a correr atrás dela pra expulsá-la do Reino, porque assim mandava a lei.

Nesse instante, Alice acordou e viu-se deitada no colo de sua irmã que lia um livro sem figuras. Ah, ah, ah! Felizmente, tudo tinha sido só um sonho!!!.
fonte:WWW.HISTORIASINFANTIL.BLOGSPOT.COM

PostHeaderIcon Chapeuzinho vermelho

Era uma vez uma menina chamada Chapeuzinho Vermelho, que tinha esse apelido pois desde pequenina gostava de usar chapéus e capas desta cor.

Um dia, sua mãe pediu:

– Querida, sua avó está doente, por isso preparei aqueles doces, biscoitos, pãezinhos e frutas que estão na cestinha. Você poderia levar à casa dela?

– Claro, mamãe. A casa da vovó é bem pertinho!

– Mas, tome muito cuidado. Não converse com estranhos, não diga para onde vai, nem pare para nada. Vá pela estrada do rio, pois ouvi dizer que tem um lobo muito mau na estrada da floresta, devorando quem passa por lá.

– Está bem, mamãe, vou pela estrada do rio, e faço tudo direitinho!

E assim foi. Ou quase, pois a menina foi juntando flores no cesto para a vovó, e se distraiu com as borboletas, saindo do caminho do rio, sem perceber.

Cantando e juntando flores, Chapeuzinho Vermelho nem reparou como o lobo estava perto…

Ela nunca tinha visto um lobo antes, menos ainda um lobo mau. Levou um susto quando ouviu:

– Onde vai, linda menina?

– Vou à casa da vovó, que mora na primeira casa bem depois da curva do rio. E você, quem é?

O lobo respondeu:

– Sou um anjo da floresta, e estou aqui para preteger criancinhas como você.

– Ah! Que bom! Minha mãe disse para não conversar com estranhos, e também disse que tem um lobo mau andando por aqui.

– Que nada – respondeu o lobo – pode seguir tranqüila, que vou na frente retirando todo perigo que houver no caminho. Sempre ajuda conversar com o anjo da floresta.

– Muito obrigada, seu anjo. Assim, mamãe nem precisa saber que errei o caminho, sem querer.

E o lobo respondeu:

– Este será nosso segredo para sempre…

E saiu correndo na frente, rindo e pensando:

(Aquela idiota não sabe de nada: vou jantar a vovozinha dela e ter a netinha de sobremesa … Uhmmm! Que delícia!)

Chegando à casa da vovó, Chapeuzinho bateu na porta:

– Vovó, sou eu, Chapeuzinho Vermelho!

– Pode entrar, minha netinha. Puxe o trinco, que a porta abre.

A menina pensou que a avó estivesse muito pokies fun doente mesmo, para nem se levantar e abrir a porta. E falando com aquela voz tão estranha…

Chegou até a cama e viu que a vovó estava mesmo muito doente. Se não fosse a touquinha da vovó, os óculos da vovó, a colcha e a cama da vovó, ela pensaria que nem era a avó dela.

– Eu trouxe estas flores e os docinhos que a mamãe preparou. Quero que fique boa logo, vovó, e volte a ter sua voz de sempre.

– Obridada, minha netinha (disse o lobo, disfarçando a voz de trovão).

Chapeuzinho não se conteve de curiosidade, e perguntou:

– Vovó, a senhora está tão diferente: por que esses olhos tão grandes?

– É prá te olhar melhor, minha netinha.

– Mas, vovó, por que esse nariz tão grande?

– É prá te cheirar melhor, minha netinha.

– Mas, vovó, por que essas mãos tão grandes?

– São para te acariciar melhor, minha netinha.

(A essa altura, o lobo já estava achando a brincadeira sem graça, querendo comer logo sua sobremesa. Aquela menina não parava de perguntar…)

– Mas, vovó, por que essa boca tão grande?

– Quer mesmo saber? É prá te comer!!!!

– Uai! Socorro! É o lobo!

A menina saiu correndo e gritando, com o lobo correndo bem atrás dela, pertinho, quase conseguindo pegar.

Por sorte, um grupo de caçadores ia passando por ali bem na hora, e seus gritos chamaram sua atenção.

Ouviu-se um tiro, e o lobo caiu no chão, a um palmo da menina.

Todos já iam comemorar, quando Chapeuzinho falou:

– Acho que o lobo devorou minha avozinha.

– Não se desespere, pequenina. Alguns lobos desta espécie engolem seu jantar inteirinho, sem ao menos mastigar. Acho que estou vendo movimento em sua barriga, vamos ver…

Com um enorme facão, o caçador abriu a barriga do lobo de cima abaixo, e de lá tirou a vovó inteirinha, vivinha.

– Viva! Vovó!

E todos comemoraram a liberdade conquistada, até mesmo a vovó, que já não se lembrava mais de estar doente, caiu na farra.
“O lobo mau já morreu. Agora tudo tem festa: posso caçar borboletas, posso brincar na floresta.”
fonte:WWW.FEIJO.COM

PostHeaderIcon Menina bonita do la?o de fita

Era uma vez uma menina linda, linda.
Os olhos dela pareciam duas azeitonas
pretas, daquelas bem brilhantes.
Os cabelos eram enroladinhos e bem negros, feito fiapos da noite.
A pele era escura e lustrosa, que nem o pêlo da
pantera negra quando pula na chuva.

Ainda por cima, a mãe
gostava de fazer
trancinhas no cabelo dela
e enfeitar com laço de fita colorida.
Ela ficava parecendo uma
princesa das Terras da África, ou uma
fada do Reino do Luar.

Do lado da casa dela morava um
coelho branco, de orelha cor-de-rosa,
olhos vermelhos e focinho nervoso
sempre tremelicando. O coelho achava
a menina a pessoa mais linda que ele
tinha visto em toda a vida. E pensava:
– Ah, quando eu casar quero ter uma
filha pretinha e linda que nem ela…

Por isso, um dia ele foi até a casa da
menina e perguntou:
– Menina bonita do laço de fita, qual
é teu segredo pra ser tão pretinha?
A menina não sabia, mas inventou:
– Ah, deve ser porque eu caí na tinta
preta quando era pequenina..
O coelho saiu dali, procurou uma lata
de tinta preta e tomou banho nela.
Ficou bem negro, todo contente. Mas
aí veio uma chuva e lavou aquele pretume, ele ficou
branco outra vez.

Então ele voltou lá na casa da menina
e perguntou outra vez:
– Menina bonita do laço de fita, qual é
teu segredo pra ser tão pretinha?

A menina não sabia, mas inventou:
– Ah, deve ser porque eu tomei muito
café quando era pequenina.
O coelho saiu dali e tomou tanto café
que perdeu o sono e passou a noite toda fazendo xixi.
Mas não ficou nada preto.

Então ele voltou lá na casa da
menina e perguntou outra vez:
– Menina bonita do laço de
fita, qual é teu segredo pra ser tão
pretinha?
A menina não sabia, mas inventou:
– Ah, deve ser porque eu comi muita
jabuticaba quando era pequenina.

O coelho saiu dali e se empanturrou de jabuticaba
até ficar pesadão, sem conseguir
sair do lugar. O máximo que
conseguiu foi fazer muito cocozinho
preto e redondo feito jabuticaba.
Mas não ficou nada preto.

Por isso, daí há alguns dias ele voltou lá na
casa da menina e perguntou outra vez:
– Menina bonita do laço de fita, qual
é teu segredo pra ser tão pretinha?
A menina não sabia e já ia inventando
outra coisa, uma história de feijoada, quando a mãe dela,
que era uma E, mulata linda e risonha, resolveu se  meter e disse:
– Artes de uma avó preta que ela tinha…

Aí o coelho – que era bobinho,
mas nem tanto – viu que a mãe da menina
devia estar mesmo dizendo a verdade, porque
a gente se parece sempre é com os pais, os tios,
os avós e até com os parentes tortos.
E se ele queria ter uma filha pretinha e
linda que nem a menina, tinha era que procurar uma coelha preta para casar.

Não precisou procurar muito.
Logo encontrou uma coelhinha escura
como a noite, que achava aquele
coelho branco uma graça.

Foram namorando, casando e tiveram
uma ninhada de filhotes, que coelho
quando desanda a ter filhote não pára mais.

Tinha coelho pra todo gosto: branco,
bem branco, branco meio cinza,
branco malhado de preto, preto
malhado de branco e até uma coelha
bem pretinha. já se sabe, afilhada da
tal menina bonita que morava na casa
ao lado.

E quando a coelhinha saía, de laço
colorido no pescoço, sempre
encontrava alguém que perguntava:
– Coelha bonita do laço de fita, qual é
teu segredo pra ser tão pretinha?
E ela respondia:
– Conselhos da mãe da minha
madrinha…

fonte:www.historiasinfantis.eu

PostHeaderIcon AS ABELHAS

A AAAAAAAbelha mestra
E aaaaaaas abelhinhas
Estão tooooooodas prontinhas
Pra iiiiiiir para a festa.

Num zune que zune
Lá vão pro jardim
Brincar com a cravina
Valsar com o jasmim.

Da rosa pro cravo
Do cravo pra rosa
Da rosa pro favo
Volta pro cravo.

Venham ver como dão mel
As abelhinhas do céu!

Vinícius de Moraes/Bacalov

PostHeaderIcon Os tr?s porquinhos

Era uma vez três porquinhos. Eles eram alegres. O mais novo adorava brincar, o segundo era músico e o mais velho era muito trabalhador.

Um dia, percebendo que o dono da fazenda iria vender seus filhotes, a dona Porca juntou suas economias, dividiu-as entre os três porquinhos e os aconselhou a ir morar longe da fazenda.

O porquinho mais novo comprou palha e construiu sua casinha. A palha era muito barata e ele poderia comprar muitos brinquedos com o que sobrasse do dinheiro.

O segundo porquinho resolveu construir uma casinha de madeira, porque era mais rápido de construir e ele logo poderia voltar a dedicar-se às suas musicas. Desta forma, ele passava os dias tocando e cantando.

O terceiro porquinho, que era muito esperto e trabalhador, fez sua casinha de tijolos. Ele gastou todo o seu dinheirinho, mas construiu uma casa resistente e muito bonita.

Algum tempo depois, um lobo muito malvado se mudou para aquela região.

Quando ele soube que a li moravam três porquinhos, resolveu procurá-los.

O lobo já estava cansado de comer frutinhas da floresta. Ele queria achar as casas dos porquinhos, porque queria comer leitão assado.

Ele procurou e achou a casinha de palha. Bateu na porta:

– Abra esta porta senão derrubo sua casa.

Como o porquinho não abriu, o lobo estufou o peito e soprou. A casinha foi para os ares.

O porquinho saiu correndo pela floresta e foi se esconder na casinha de madeira de seu irmão. O lobo foi correndo atras dele.

Chegando na casinha de madeira, o lobo novamente pediu que abrissem a porta:

– Abra esta porta senão derrubo sua casa.

Como os porquinhos não fizeram isso, ele soprou com força e derrubou a casinha.

Os porquinhos correram para a casa de tijolos e, quando chegaram, contaram tudo para o irmão. Como este era muito esperto, trancou todas as portas e janelas e colocou um caldeirão de água a ferver na lareira.

O lobo chegou até a casinha minutos depois. Bateu na porta e como ninguém respondeu, ele estufou o peito e soprou. A casinha continuou como estava. O lobo continuou soprando até cair exausto no chão. Descansou um pouco e ficou pensando como faria para entrar. Tentou derrubar a porta, mas esta estava muito bem trancada. Forçou as janelas
e também não conseguiu abrir.

O lobo estava ficando furioso, quando teve uma idéia!

– Vou descer pela chaminé — pensou ele, já sentindo o gostinho da vitória.

Subiu no telhado e foi descendo pela chaminé.

Quando estava caindo, começou a sentir um calor muito grande até cair dentro do caldeirão de água fervendo. Ele saiu correndo, todo queimado pela água quente.

O lobo ficou com tanta vergonha, que se mudou para um lugar muito distante, e nunca mais se teve notícias dele.

Os três irmãozinhos decidiram morar juntos na mesma casinha de tijolos. Mais tarde, buscaram sua mãe para viver com eles e foram felizes para sempre.

fonte:www.historiasinfantis.eu

PostHeaderIcon Pin?quio


Certa vez um velho carpinteiro chamado Gepeto fez um boneco de madeira.
Deu-lhe o nome de Pinóquio. De repente aparece a fada madrinha de Pinóquio e o transforma em um menino de verdade, o boneco criou vida.
Gepeto ficou muito feliz, agora tinha um filho.
Gepeto queria fazer de Pinóquio um menino educado.
Colocou-o na escola.
Mas Pinóquio fugiu e foi divertir-se no teatro de bonecos.
O dono do teatro queria ficar com Pinóquio. Mas ele chorou tanto que o homem deu-lhe umas moedas e o deixou partir.
Na volta para casa encontrou dois ladrões.
Apesar dos conselhos do grilo falante, eleito sua consciência pela fada madrinha, seguiu com eles e foi roubado.
Pinóquio,  triste, resolveu voltar para casa e obedecer Gepeto.
No caminho, um passarinho avisou que Gepeto foi procurá-lo no mar.
Ele ia ao encontro de Gepeto, quando viu umas crianças que se dirigiam ao país da alegria. Pinóquio foi com eles.
Estava brincando quando percebeu que estava se transformando em um burro.
E o nariz de Pinóquio começou a crescer…crescer….e…crescer!
Chorou arrependido. Uma fada apareceu e desfez o encanto.
Mas avisou:
– Toda a vez que mentir, seu nariz vai crescer.
Pinóquio então foi ao encontro de Gepeto.
Chegando no mar, Pinóquio e o Grilo foram procurar Gepeto.
Apareceu uma baleia e os engoliu.
Lá dentro encontraram Gepeto.
Quando a baleia abriu a boca de novo, eles fugiram.
Chegando em casa, a fada recompensou a coragem de Pinóquio, transformando-o num menino de verdade.
Pinóquio e Gepeto foram muito felizes.

fonte:WWW.CONTANDOHISTORIA.COM

PostHeaderIcon Os sete cabritinhos

Era uma vez uma cabra, que morava com seus sete cabritinhos em uma linda casinha com quintal e jardim.

Naquela manhã, estavam todos assistindo televisão antes de mamãe sair para o mercado, fazer compras:

A notícia de última hora dizia:

– Cuidado: há um lobo mau solto por aí. Foi visto pela última vez fugindo para perto do rio. Todos estamos trabalhando para caçá-lo, mas até agora ele continua solto. As crianças devem ficar em casa até que ele esteja bem preso.

– Ah! Logo hoje que íamos começar nosso clube novinho lá fora!

Mamãe cabra não quis saber: falou sério com seus sete cabritinhos, e todos entenderam muito bem.

– Ninguém sai de casa hoje enquanto vou ao mercado. A porta fica fechada com a chave. Não abram para ninguém. Vocês conhecem a mamãe: quando voltar, chamarei pela janela com minha voz de sempre, e baterei de levinho no vidro com minha pata clarinha e de unhas curtas. Aprendam que o lobo mau tem um vozeirão terrível e uma pata escura enorme cheia de unhas gigantes. Muito cuidado!

– Está bem, então. Pode confiar em nós. Vamos ficar bem atentos.

E lá se foi a cabra para as compras …

Encontrou sua amiga no caminho, e foi logo comentando como estava preocupada em sair para o mercado com aquele lobo mau solto por aí…

O que elas não sabiam, é que o lobo mau disfarçado estava ali bem pertinho escutando tudo, e pensando: “Sete cabritinhos sozinhos em casa, e eu com tanta fome!”

Correu para a casa, jogando fora seu disfarce, tentou abrir a porta, e viu que estava trancada.

– Abram a porta! Está trancada!

– Não vamos abrir nada, seu lobo bobo. A voz da mamãe é suave e macia, só vamos abrir para ela!

Então o lobo ficou furioso. Tinha que ter alguma idéia. Aqueles cabritinhos só iam abrir para a mãe, mas como enganá-los? Ahá! O lobo correu até a confeitaria, escolheu a melhor torta de maçã e mel, que engoliu inteirinha, querendo adoçar a voz. Treinou falar cantadinho como as mães dos outros.

-Abram a porta! É a mamãe!

Aquela não parecia mais a voz do lobo, e os cabritinhos ficaram em dúvida se a mãe tinha ficado com esta voz diferente. Lembrando dos conselhos recebidos, eles disseram:

– Se é a mamãe, mostre sua patinha na janela.

E o lobo, pego de surpresa, mostrou mesmo.

– Vá embora seu lobo mau! As patinhas da mamãe são bem clarinhas! E sem garras!

Então o lobo teve outra idéia: correu até o moinho  e afundou as patas na farinha branquinha, para enganar os tolos.

Bateu de volta na porta, ainda adoçando a voz, e novamente foi parar com a pata na janela: desta vez ele encolheu bem as unhas:

Os cabritinhos ficaram em dúvida, olharam uns para os outros, e resolveram abrir a porta. Para que?

Foi uma correria danada, todos tentando se esconder. Tinha cabritinho escondido na geladeira ,também tinha na maquina de lavar roupa, na lareira, nos armários, em baixo da mesa, em toda parte. O lobo foi caçando um por um, engolindo por inteiro cada cabritinho de tanta fome que estava. Perdeu a conta de quantos cabritinhos já tinham entrado naquele barrigão cheio, e foi embora, pensando não ter deixado sobrar nenhum.

Estava enganado: apenas o cabritinho pretinho não foi encontrado em seu esconderijo:

O tic-tac tic-tac atrapalhou o ouvido do lobo, que não ouviu o coraçãozinho assustado que estava escondido lá dentro.

Quando mamãe cabra viu a porta aberta, já entrou esperando pelo pior.

-O lobo levou todos os meus filhinhos!

– Todos, não mamãe. Eu ainda estou aqui!

Os dois se abraçaram muito, e decidiram ir atrás do lobo, para ver se ainda podiam salvar os irmãozinhos.

Correram em direção ao rio, onde souberam pela TV que era o esconderijo dele. Ao chegarem perto, logo ouviram um som terrível: ROM… URM… ROM… Era o lobo roncando, dormindo sob as árvores na beira do rio.

Mamãe cabra teve uma idéia, e disse ao filho:

– Não faça nenhum barulho para não acordar o lobo. Corra com toda sua velocidade até lá em casa, e traga a cesta de costura da mamãe: veja que tenha tesoura, agulha e linhas.

O cabritinho nem respondeu: saiu correndo como o vento, e logo estava de volta com sua encomenda.

Mamãe cabra não perdeu tempo: com sua tesoura foi abrindo o barrigão do lobo enquanto ele estava dormindo. Logo foram saltando vivinhos, um por um, os seis cabritinhos que ele tinha engolido. A todos mamãe pedia silêncio. Quando todos saíram, ela disse em segredo:

– Vão procurar as pedras maiores e mais pesadas que encontrarem, mas não façam barulho, nem demorem.

Logo chegavam pedras em quantidade suficiente: mamãe colocou todas na barriga do lobo, e costurou rápido com agulha e linha. Então foram todos se esconder.

Quando o lobo acordou, sentiu a barriga muito pesada e a boca muito seca. Levantou-se com muito esforço, e quase não conseguiu ficar de pé (“foram seis ou sete cabritinhos?”). E foi se arrastando até o rio querendo beber água. A correnteza estava forte, e o lobo com a barriga cheia de pedras acabou indo parar no fundo do rio, de onde nunca mais saiu.

E todos puderam comemorar o fim do malvado, e a sorte de todos os pequenos, que agora corriam livres pelo caminho para casa, para um novo dia.

fonte: www.feijo.com

PostHeaderIcon A Bela Adormecida

Era uma vez, há muito tempo, um rei e uma rainha jovens, poderosos e ricos, mas pouco felizes, porque não tinham concretizado maior sonho deles: terem filhos.
â?? Se pudéssemos ter um filho! â?? suspirava o rei.
â?? E se Deus quisesse, que nascesse uma menina! â??animava-se a rainha.
â?? E por que não gêmeos? â?? acrescentava o rei.
Mas os filhos não chegavam, e o casal real ficava cada vez mais triste. Não se alegravam nem com os bailes da corte, nem com as caçadas, nem com os gracejos dos bufões, e em todo o castelo reinava uma grande melancolia.
Mas, numa tarde de verão, a rainha foi banhar-se no riacho que passava no fundo do parque real. E, de repente, pulou para fora da água uma rãzinha.
â?? Majestade, não fique triste, o seu desejo se realizará logo: Antes que passe um ano a senhora dará à luz uma menina.
E a profecia da rã se concretizou, e meses depois a rainha deu a luz a uma linda menina.
O rei, que estava tão feliz, deu uma grande festa de batizado para a pequena princesa que se chamava Aurora.
Convidou uma multidão de súditos: parentes, amigos, nobres do reino e, como convidadas de honra, as treze fadas que viviam nos confins do reino. Mas, quando os mensageiros iam saindo com os convites, o camareiro-mor correu até o rei, preocupadíssimo.
â?? Majestade, as fadas são treze, e nós só temos doze pratos de ouro. O que faremos? A fada que tiver de comer no prato de prata, como os outros convidados, poderá se ofender. E uma fada ofendidaâ?¦
O rei refletiu longamente e decidiu:
â?? Não convidaremos a décima terceira fada â?? disse, resoluto. â?? Talvez nem saiba que nasceu a nossa filha e que daremos uma festa. Assim, não teremos complicações.
Partiram somente doze mensageiros, com convites para doze fadas, conforme o rei resolvera.
No dia da festa, cada uma das fadas chegou perto do berço em que dormia a princesa Aurora e ofereceu à recém-nascida um presente maravilhoso.
â?? Será a mais bela moça do reino â?? disse a primeira fada, debruçando-se sobre o berço.
â?? E a de caráter mais justo â?? acrescentou a segunda.
â?? Terá riquezas a perder de vista â?? proclamou a terceira.
â?? Ninguém terá o coração mais caridoso que o seu â?? afirmou a quarta.
â?? A sua inteligência brilhará como um sol â?? comentou a quinta.
Onze fadas já tinham passado em frente ao berço e dado a pequena princesa um dom; faltava somente uma (entretida em tirar uma mancha do vestido, no qual um garçom desajeitado tinha virado uma taça de sorvete) quando chegou a décima terceira, aquela que não tinha sido convidada por falta de pratos de ouro.
Estava com a expressão muito sombria e ameaçadora, terrivelmente ofendida por ter sido excluída. Lançou um olhar maldoso para a princesa Aurora, que dormia tranqüila, e disse: â?? Aos quinze anos a princesa vai se ferir com o fuso de uma roca e morrerá.
E foi embora, deixando um silêncio desanimador e os pais desesperados.
Então aproximou-se a décima segunda fada, que devia ainda oferecer seu presente.
â?? Não posso cancelar a maldição que agora atingiu a princesa. Tenho poderes só para modificá-la um pouco. Por isso, Aurora não morrerá; dormirá por cem anos, até a chegada de um príncipe que a acordará com um beijo.
Passados os primeiros momentos de espanto e temor, o rei, decidiu tomar providências, mandou queimar todas as rocas do reino. E, daquele dia em diante, ninguém mais fiava, nem linho, nem algodão, nem lã. Ninguém além da torre do castelo.
Aurora crescia, e os presentes das fadas, apesar da maldição, estavam dando resultados. Era bonita, boa, gentil e caridosa, os súditos a adoravam.
No dia em que completou quinze anos, o rei e a rainha estavam ausentes, ocupados numa partida de caça. Talvez, quem sabe, em todo esse tempo tivessem até esquecido a profecia da fada malvada.
A princesa Aurora, porém, estava se aborrecendo por estar sozinha e começou a andar pelas salas do castelo. Chegando perto de um portãozinho de ferro que dava acesso à parte de cima de uma velha torre, abriu-o, subiu a longa escada e chegou, enfim, ao quartinho.
Ao lado da janela estava uma velhinha de cabelos brancos, fiando com o fuso uma meada de linho. A garota olhou, maravilhada. Nunca tinha visto um fuso.
â?? Bom dia, vovozinha.
â?? Bom dia a você, linda garota.
â?? O que está fazendo? Que instrumento é esse?
Sem levantar os olhos do seu trabalho, a velhinha respondeu com ar bonachão:
â?? Não está vendo? Estou fiando!
A princesa, fascinada, olhava o fuso que girava rapidamente entre os dedos da velhinha.
â?? Parece mesmo divertido esse estranho pedaço de madeira que gira assim rápido. Posso experimentá-lo também? Sem esperar resposta, pegou o fuso. E, naquele instante, cumpriu-se o feitiço. Aurora furou o dedo e sentiu um grande sono. Deu tempo apenas para deitar-se na cama que havia no aposento, e seus olhos se fecharam.
Na mesma hora, aquele sono estranho se difundiu por todo o palácio.
Adormeceram no trono o rei e a rainha, recém-chegados da partida de caça.
Adormeceram os cavalos na estrebaria, as galinhas no galinheiro, os cães no pátio e os pássaros no telhado.
Adormeceu o cozinheiro que assava a carne e o servente que lavava as louças; adormeceram os cavaleiros com as espadas na mão e as damas que enrolavam seus cabelos.
Também o fogo que ardia nos braseiros e nas lareiras parou de queimar, parou também o vento que assobiava na floresta. Nada e ninguém se mexia no palácio, mergulhado em profundo silêncio.
Em volta do castelo surgiu rapidamente uma extensa mata. Tão extensa que, após alguns anos, o castelo ficou oculto.
Nem os muros apareciam, nem a ponte levadiça, nem as torres, nem a bandeira hasteada que pendia na torre mais alta.
Nas aldeias vizinhas, passava de pai para filho a história da princesa Aurora, a bela adormecida que descansava, protegida pelo bosque cerrado. A princesa Aurora, a mais bela, a mais doce das princesas, injustamente castigada por um destino cruel.

Alguns cavalheiros, mais audaciosos, tentaram sem êxito chegar ao castelo. A grande barreira de mato e espinheiros, cerrada e impenetrável, parecia animada por vontade própria: os galhos avançavam para cima dos coitados que tentavam passar: seguravam-nos, arranhavam-nos até fazê-los sangrar, e fechavam as mínimas frestas.
Aqueles que tinham sorte conseguiam escapar, voltando em condições lastimáveis, machucados e sangrando. Outros, mais teimosos, sacrificavam a própria vida.
Um dia, chegou nas redondezas um jovem príncipe, bonito e corajoso. Soube pelo bisavô a história da bela adormecida que, desde muitos anos, tantos jovens a procuravam em vão alcançar.
â?? Quero tentar também â?? disse o príncipe aos habitantes de uma aldeia pouco distante do castelo.
Aconselharam-no a não ir. â?? Ninguém nunca conseguiu!
â?? Outros jovens, fortes e corajosos como você, falharamâ?¦
â?? Alguns morreram entre os espinheirosâ?¦
â?? Desista!
Muitos foram, os que tentarem desanimá-lo.
No dia em que o príncipe decidiu satisfazer a sua vontade se completavam justamente os cem anos da festa do batizado e das predições das fadas. Chegara, finalmente, o dia em que a bela adormecida poderia despertar.
Quando o príncipe se encaminhou para o castelo viu que, no lugar das árvores e galhos cheios de espinhos, se estendiam aos milhares, bem espessas, enormes carreiras de flores perfumadas. E mais, aquela mata de flores cheirosas se abriu diante dele, como para encorajá-lo a prosseguir; e voltou a se fechar logo, após sua passagem.
O príncipe chegou em frente ao castelo. A ponte elevadiça estava abaixada e dois guardas dormiam ao lado do portão, apoiados nas armas. No pátio havia um grande número de cães, alguns deitados no chão, outros encostados nos cantos; os cavalos que ocupavam as estrebarias dormiam em pé.
Nas grandes salas do castelo reinava um silêncio tão profundo que o príncipe ouvia sua própria respiração, um pouco ofegante, ressoando naquela quietude. A cada passo do príncipe se levantavam nuvens de poeira.
Salões, escadarias, corredores, cozinha� Por toda parte, o mesmo espetáculo: gente que dormia nas mais estranhas posições.
O príncipe perambulou por longo tempo no castelo. Enfim, achou o portãozinho de ferro que levava à torre, subiu a escada e chegou ao quartinho em que dormia A princesa Aurora.
A princesa estava tão bela, com os cabelos soltos, espalhados nos travesseiros, o rosto rosado e risonho. O príncipe ficou deslumbrado. Logo que se recobrou se inclinou e deu-lhe um beijo.
Imediatamente, Aurora despertou, olhou par ao príncipe e sorriu.
Todo o reino também despertara naquele instante.
Acordou também o cozinheiro que assava a carne; o servente, bocejando, continuou lavando as louças, enquanto as damas da corte voltavam a enrolar seus cabelos.
O fogo das lareiras e dos braseiros subiu alto pelas chaminés, e o vento fazia murmurar as folhas das árvores. A vida voltara ao normal. Logo, o rei e a rainha correram à procura da filha e, ao encontrá-la, chorando, agradeceram ao príncipe por tê-la despertado do longo sono de cem anos.
O príncipe, então, pediu a mão da linda princesa em casamento que, por sua vez, já estava apaixonada pelo seu valente salvador.
Eles, então, se casaram e viveram felizes para sempre!

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PostHeaderIcon O mundo do circo

No mundo do entretenimento, o circo ocupa uma posição privilegiada entre todas as formas de diversão existentes. Mesmo em tempos de rádio, TV e internet essa antiga arte ainda atrai a atenção de muitos espectadores. Circulando por espaços da cultura erudita e popular, a arte circense impressiona pela grande variabilidade de atrações e o rico campo de referências culturais utilizado.

De fato, o circo demorou muito tempo até chegar à forma sistematizada por nós hoje conhecida. Somente no século XVIII é que o picadeiro e as mais conhecidas atrações circenses foram se consolidando. Na China, vários contorcionistas e equilibristas apresentavam-se para as autoridades monárquicas chinesas. Em Roma, o chamado “Circo Máximo” era o local onde as massas plebéias reuniam-se para assistir às atrações organizadas pelas autoridades imperiais.

Na Idade Média, vários artistas saltimbancos vagueavam pelas cidades demonstrando suas habilidades ao ar livre em troca de algumas contribuições. O primeiro a sistematizar a idéia do circo como um show de variedades assistido por um público pagante foi o inglês Philip Astley. Em 1768, ele criou um espaço onde, acompanhado por um tocador de tambor, apresentava um número de acrobacia com cavalos. Nesse período, o crescimento das populações urbanas garantiu um bom número de espectadores ao seu espetáculo.

Com a expansão de seu empreendimento, Astley passou a contar com vários outros artistas. Dado o sucesso de suas atrações, sua companhia passou a apresentar-se em Paris. Nessa época, o domador Antoine Franconi ingressou na companhia de Astley. A instabilidade causada com os arroubos da Revolução Francesa, em 1789, forçou Astley a abandonar a França. Com isso, Franconi se tornou um dos maiores circenses da França. Com o passar do tempo, a tradição itinerante dos artistas circenses motivou a expansão das companhias de circo.

No século XIX, o primeiro circo atravessou o oceano Atlântico e chegou aos Estados Unidos. O equilibrista britânico Thomas Taplin Cooke chegava com seu conjunto de artistas na cidade de Nova Iorque. Com o passar dos anos, sua companhia transformou-se em uma grande família circense que, ao longo de gerações, disseminou o circo pelos Estados Unidos.

A grande estrutura envolvendo o espetáculo circense, trouxe o desenvolvimento de novas tecnologias ao mundo do circo. As constantes mudanças de cidade em cidade incentivaram a criação de técnicas logísticas que facilitavam o deslocamento dos espetáculos. Tais técnicas, devido sua grande eficácia, chegaram a despertar o interesse dos altos escalões militares que se preparavam para os conflitos da Primeira Guerra Mundial.

Na Europa, até metade do século XX, o circo sofreu um período de grande retração. As guerras mundiais, ambas protagonizadas em solo europeu, e as crises econômicas da época impuseram uma grande barreira às artes circenses. Ao mesmo tempo, o aparecimento do rádio e da televisão também inseriu uma nova concorrência no campo do entretenimento.

Mesmo com o advento das novas tecnologias, o circo ainda preserva a atenção de multidões. Reinventando antigas tradições e criando novos números, os picadeiros espalhados pelo mundo provam que a criatividade artística do homem nunca estará subordinada ao fascínio exercido pelas máquinas. Talvez por isso, podemos dizer que “o show deve continuar”.

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PostHeaderIcon Cinderela

Era uma vez no tempo dos reis e rainhas, uma linda menina que se chamava Cinderela.
Ela morava com uma madrasta, muito má!
A madrasta de Cinderela tinha duas filhas.
Essas irmãs de Cinderela eram duas moças muito egoístas e que não gostavam de trabalhar.
Em casa, era Cinderela que tinha de fazer tudo.
Um dia Cinderela ajudou as irmãs a se vestirem para um grande baile.
Mas sua madrasta havia impedido Cinderela de ir ao baile, pois tinha afazeres domésticos para terminar. Delegou tanta coisa à Cinderela que ela jamais terminaria em tempo de ir ao baile.
Pobre Cinderela!
Seus amiguinhos, inconformados com a situação, se puseram a trabalhar, para confeccionar um lindo vestido para que Cinderela, pudesse ir ao baile também.
Sim, o vestido estava pronto e Cinderela podia ir ao baile, como suas irmãs.
Ela estava linda!
Mas, Cinderela não conseguiu terminar o seu serviço, portanto não iria ao baile, tão esperado!
De repente, do azul aparece sua madrinha para ajudá-la.
A madrinha de Cinderela agitou a varinha de condão.
Olhou para Cinderela, escolheu o vestido mais bonito e com sua varinha mágica, transformou-a numa princesa.
Uma abóbora que havia na cozinha logo se transformou numa bela carruagem.
Seus amiguinhos, a fada madrinha os transformou em cocheiro e mordomo.
Todos queriam colaborar e levar Cinderela ao baile.
A roupa velha de Cinderela virou um vestido de cetim.
– Vá e se divirta – disse a velhinha
– Mas trate de voltar para casa antes de bater meia-noite.
E Cinderela chega ao baile.
Logo o príncipe se encanta e a tira para dançar.
No palácio, a beleza e a simpatia de Cinderela conquistaram a todos. O príncipe dançou com ela muitas vezes.
O tempo passou depressa e, para surpresa dela, o relógio do palácio começou a bater meia-noite. Cinderela logo se lembrou do aviso da madrinha.
Assustada, Cinderela fugiu correndo, mas deixou cair um pequenino sapato de vidro.
O príncipe pegou o sapato e decidiu que havia de casar com a sua dona que havia conquistado o seu coração.
Uma carta do reino chega à casa de cinderela anunciando a chegada do príncipe.
O príncipe procurou por todo o reino.
Finalmente chegou à casa onde morava Cinderela.
As irmãs experimentaram calçar o sapato, mas seus pés eram grandes demais
Até que chegou a vez de Cinderela, depois de muito custo pois a madrasta havia trancado a pobre moça.
Mas com a ajuda de seus amiguinhos,
ela consegue chegar a tempo de poder provar o sapatinho.
O sapato deu certinho no pé de Cinderela. Vibrando de alegria, o príncipe pediu Cinderela em casamento.
O rei estava feliz porque seu filho havia encontrado uma linda moça que se tornaria a mais linda princesa de seu reino.
Portanto, viveram felizes para sempre.

fonte: www.contandohistoria.com

PostHeaderIcon Contos para Ler e Pensar…

PostHeaderIcon A Pequena Sereia


O rei Tritão, o grande Rei dos Mares,tinha muitas filhas, que adoravam o reino submarino no qual eles viviam.
Mas a filha mais nova do rei, Ariel sonhava com o mundo acima da superfície – o mundo dos humanos.
Apesar de seu pai ter pedido a ela que nunca fosse até lá, Ariel sempre lhe desobedecia.
Ariel e seu amigo Linguado gostavam de visitar Sabidão, a gaivota. Sabidão explicava-lhes tudo sobre os objetos dos humanos que Ariel encontrava no fundo do mar.
Um dia Tritão soube que Ariel sempre subia à superfície
e ficou furioso.
Como ele estava preocupado com a segurança da filha, pediu a Sebastião, o caranguejo, que ficasse de olho nela.
Poucos dias depois Ariel avistou um navio.
– Humanos! – disse ela, nadando rapidamente em direção à embarcação.
Ariel reparou que haviam diversos marinheiros e um belo príncipe, que se chamava Eric. Foi amor à primeira vista!
Repentinamente, uma tempestade!
O navio não resistiu e Eric caiu no mar.
– Eu tenho de salvá-lo! – gritou Ariel.
Ela segurou o príncipe com toda força e nadou até a praia, salvando-lhe a vida.
Ariel estava apaixonada!!
O rei Tritão ficou furioso quando soube que Ariel estava apaixonada por um humano, então destruiu todos os seus tesouros.
Ariel chorou muito.
Enquanto isso, Úrsula, a Bruxa do Mar, através de sua bola de cristal via tudo.
– Vou atingir o rei Tritão por meio de sua filha – planejou Ursula.
A bruxa mandou suas enguias de estimação, Pedro e Juca, à gruta de Ariel, que convenceram a pequena sereia de que Ursula poderia ajudá-la a conquistar seu amado príncipe.
Então ela foi ao encontro de Ursula.
A proposta de Úrsula era tornar Ariel humana por três dias, se ele a beijasse antes do pôr-do-sol do terceiro dia ela ficaria com ele, caso contrário ela se tornaria escrava de Ursula. E o preço pelos serviços seria a sua voz!
Após Ariel aceitar a proposta, a bruxa lançou-lhe um feitiço. Uma incrível transformação aconteceu. Apareceram pernas e sua voz ficou presa no colar de Ursula.
O príncipe parecia não acreditar que aquela teria sido a garota que o salvara, pois ela não podia falar. Assim mesmo levou-a até o castelo.
Quase acontecia o beijo.
A bruxa percebeu e transformou-se numa donzela, falava e cantava com a voz que estava presa em seu colar. Eric acreditava ser a tal garota, portanto se casaria com ela.
Pobre Ariel, estava enfeitiçada!
De repente Sabidão vê a imagem da noiva refletida no espelho, era a Úrsula, a Bruxa do Mar.
Rapidamente elaborou um plano.
Arrancou do pescoço da noiva o colar com a concha.
Esta quebrou-se, e Ariel recuperou sua voz, mas se transformou em sereia novamente, sendo levada por Úrsula para o fundo do mar.
De repente, um arpão atingiu o ombro de Úrsula. Era o príncipe Eric que viera resgatar Ariel!
Ele lutou com todas as forças, até que o navio do príncipe chocou-se contra ela, destruindo a diabólica Úrsula.
Ela realmente o ama, não é?- disse o Rei dos Mares a Sebastião.
– É verdade – respondeu o caranguejo.
– Nesse caso, não poderei manter minha filha junto a mim – disse Tritão.
Então o rei lançou, um raio mágico na cauda da pequena sereia.
Naquele mesmo dia se casaram. Logo após a cerimônia, o príncipe e a pequena sereia saíram navegando em lua-de-mel e viveram felizes para sempre.

fonte:www.contandohistoria.com.br