Categoria ‘insetos’

PostHeaderIcon Dona Joaninha – Interpretação de texto para alfabetização

 Desenho de joaninha

Dona Joaninha

Olá, eu sou a Dona Joaninha, tenho seis patinhas que me levam  por aí.

Na minha cabeça tenho duas antenas para sentir o cheiro e gosto das coisas.

Minha comida preferida são outros insetos, alguns destes insetos que servem para me alimentar fazem mal às plantas.

Por isso muitos agricultores, aquelas pessoas que plantam e colhem, acham que eu sou benéfica, pois eu ajudo a diminuir o número de pragas e as plantinhas crescem felizes e dão muitos frutos.

Eu posso viver até cento e oitenta dias, cerca de seis meses, mas não sei se vou viver tanto assim, é que tem muito agricultor e até mesmo nas casas das pessoas, que passam veneno nas plantas, os chamados agrotóxicos, para matar os insetos que prejudicam as plantas e eu, que não faço mal a ninguém, acabo morrendo também.

Eu acho que não deveriam usar tanto veneno assim, eu e muitos outros insetos amigos meus, ajudam a acabar com várias pragas.

Os agricultores podiam nos contratar para acabar  com os inimigos das plantas, ia ser melhor para todo mundo, inclusive para o próprio ser humano,  já que não ia ter veneno na comida que ele come.

Mas já que isso nem sempre acontece, é bom lavar muito bem todas as verduras antes de comer, isso para ninguém correr o risco de ficar doente ou intoxicado.

Quantas patinhas tem a Dona Joaninha?

Para que servem as antenas da Dona Joaninha?

Porque a Dona Joaninha é benéfica para a agricultura?

Porque os agricultores não devem usar muito veneno?

Porque devemos lavar muito bem todas as verduras?

 

PostHeaderIcon Borboleta de restinga

A borboleta da praia ou borboleta da restinga é da espécie “Parides ascanius”, possui 10 cm de envergadura de asa, suas asas são pretas com faixas brancas, com pares de asas inferiores acrescentando vermelho e rosa em alguns indivíduos. Atualmente, a espécie é muito encontrada na região da praia de Atafona, município de Campos, Rio de Janeiro.
A “Parides ascanius” é endêmica em áreas de restingas do litoral norte fluminense. Na fase de lagarta alimenta-se da planta “jarrinha” vegetal da espécie “Aristolochia macroura”. A espécie sofre processo de extinção em virtude da especulação imobiliária.
As restingas onde vivem são ecossistemas arenosos e pulodosos, a construção de edificações diminui a propensão da planta “jarrinha”, e a lagarta que é monófaga, come apenas um tipo de alimento, fica sem fonte de alimentação. A formação de áreas de proteção ambiental é uma forma de mitigar o ritmo de extinção e proteger o ecossistema da espécie.
Na fase adulta, a espécie desenvolve uma defesa por ser implacável, ou seja, ao ser ingerida causa a morte do predador. O seu predador natural é a vespa “trycograma”, que parasita a borboleta em sua fase de lagarta.

fonte: www.faunaextinçao.blogspot.com